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O norte-americano Bill Warner se tornou o primeiro piloto a ultrapassar a barreira de 500 Km/h sobre uma moto.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O recorde foi alcançado sobre uma Suzuki Hayabusa sobre-alimentada e com carenagem especial. A velocidade final máxima registrada foi de 502,026 Km/h no aeródromo de Loring. As condições climáticas foram perfeitas para o feito, o que permitiu a superação da marca anterior, que era de 448,36 Km/h.

Bill declarou que "tivemos muita sorte ao poder fazer o teste pela manhã, quando não havia vento e, com isso, conseguimos ser os primeiros a romper a barreira dos 500 Km/h. Eu estava tranquilo. que é difícil é parar a moto uma vez que se consiga alcançar tal velocidade. Precisei de quase 2 Km para parar e tive alguma dificuldade, até com alguma derrapagem, o que deu um certo medo".



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Chicane contruida errada em Interlagos, a obra custou 100 mil reais e simplesmente não serve para nada.

sábado, 23 de julho de 2011

A obra que era para resolver os problemas da Curva do Café, em Interlagos, foi finalmente finalizada. Porém, a chicane que foi construída no local pelo engenheiro responsável, Artemis de Oliveira, está equivocada.

Segundo a reportagem dessa quarta feira (20) do jornal “O Estado de São Paulo”, a obra, que custou cerca de R$ 100 mil, foi feita ao contrário. É, ao contrário mesmo. A saída é na entrada e a entrada é na saída.

A nova chicane era para ser utilizada no último fim de semana durante o campeonato Brasileiro de Marcas, mas nem pilotos e nem a CBA (confederação Brasileira de Automobilismo) aprovaram a obra e por isso vetaram o uso da chicane durante a prova.

A reformulação da Curva do Café é algo pedido pelos pilotos há muito tempo, mas só foi levada a sério depois da grande repercussão do acidente que matou Gustavo Sondermann, em abril deste ano, durante prova da Copa Montana. O motociclista João Lisboa também foi uma das vítimas da Curva do Café.

A São Paulo Turismo (SP Turis), que é a responsável pela gestão do autódromo paulistano, anunciou que o coordenador-técnico do Autódromo José Carlos Pace, o engenheiro Artemis de Oliveira, foi exonerado de seu cargo.

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Robbie Maddison vive um dia de motoboy em São Paulo.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Eles pertencem à paisagem da cidade, assim como os enormes arranha-céus, o caos e o crime: são os motoboys. Estes destemidos artistas sobre duas rodas driblam o trânsito ao mesmo tempo em que tiram finas de para-choques e espelhos retrovisores. O astro australiano do Freestyle-Motocross, Robbie Maddison, juntou-se por um dia ao exército estimado em 250.000 motoboys da cidade, em um documentário para a televisão.

Um salto de costas sobre a Torre Bride em Londres (2009), um salto dos 30 metros de altura do Arco do Triunfo de Las Vegas (2008) acompanhado de um salto para baixo, o recorde mundial em salto em distância em um campo de futebol americano (2007), sem contar com a façanha sobre o Canal de Corinto, quando voou mais de 90 metros. O que Robbie Maddison é capaz de fazer sobre sua Yamaha YZ450F é de tirar o fôlego de qualquer espectador.

Mas, após um dia com os motoboys, até o esportista radical de 29 anos ficou perplexo. „O que estes meninos fazem com suas motos sem classificação possível é realmente indescritível“, afirmou „Maddo“, após ter visivelmente aprendido algo novo. O australiano „costurou“ o trânsito ao lado de seu novo colega, o brasileiro Karlos Maxwell (BRA/29), logo de saída. „Assim como eu no FMX (Freestyle- Motocross), muitas das manobras que Karlos faz são puramente intuitivas“.

Ele precisou de muita calma para poder serpentear pelo caótico trânsito da cidade. „A maneira com que Karlos previa os movimentos dos carros, e reagia corretamente sem quase pensar me lembrou muito do que eu vou mentalizando quando conduzo a minha moto“, reconheceu Maddison, que ao final da aventura na selva de pedra partiu para a segunda etapa do Red Bull X-Fighters World Tour. O evento acontecerá em Brasília, no próximo sábado.

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BMW S1000 RR vs Ariel Atom V8 um desafio de arrepiar.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Os apaixonados do mundo das duas rodas pediam há muito um episódio que fizesse justiça ao real valor das motos, quando colocadas frente-a-frente contra um automóvel. E os produtores da famosa série Top Gear fizeram a vontade, organizando um combate que ficará para a história. A moto escolhida foi a superdesportiva que tanto tem dado o que falar a BMW S1000 RR. O seu adversário de quatro rodas… o bombástico Ariel Atom V8.

Este episódio especial e raro, devido ao seu conteúdo – o Top Gear raramente utiliza motos nos seus programas – foi filmado em Outubro de 2010 e foi transmitido na BBC2 no passado dia 24 de Janeiro. E o resultado é espantoso para a moto da BMW.

Apesar de ter perdido a batalha contra o Atom V8, a S1000 RR tornou-se o segundo veículo mais rápido a percorrer a famosa pista localizada num aeródromo na Inglaterra, local onde o “piloto amestrado” Stig testou aos limites os mais variados super carros. O veículo mais rápido, como podem adivinhar, é agora o Ariel Atom V8, com a moto aficando a menos de um segundo de diferença. Ainda não conseguimos obter os tempos oficiais obtidos pela moto mas, de acordo com o site MotorcycleNews.com que esteve presente nas filmagens, a BMW S1000 RR ficou mesmo a menos de um segundo de diferença.

A superdesportiva alemã foi pilotada por Steve Brogan, atual campeão da categoria British Superbike EVO. Ambos os veículos utilizados neste desafio estavam originais, com a BMW incluindo o pacote de ABS e controle de tração, embora estes sistemas estivessem desligados por iniciativa de Brogan. Quanto ao Ariel Atom V8, esta é a versão mais potente do pequeno “átomo” em quatro rodas. Conta com um motor V8 fabricado pelos americanos da Hartley, utilizando dois motores de Suzuki Hayabusa e um “teto” de rotações às 10.500 rpm. A potência ultrapassa os 480cv (para apenas 550 kg de peso) e atinge os 100 km/h em apenas 2,3 segundos!

As motos fizeram poucas e raras aparições no programa Top Gear. A primeira foi uma Honda Fireblade, mas a sua aparição foi duramente criticada por não ter sido pilotada por um profissional. Mais recentemente foi a vez de uma Vicent Black Shadow ser pilotada pelo apresentador Richard Hammond. E a última aparição de veículos com duas rodas aconteceu durante um especial natalino, onde os três apresentadores atravessaram o Vietnã em três scooters típicas da região.

Nas três ocasiões a moto perdeu, tendo agora a BMW S1000 RR feito de certa forma justiça ao real valor das motos.

Assista o vídeo do fantástico desafio:



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Indianos batem recorde ao rodar com 54 pessoas numa única moto.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

54 homens rodaram a bordo de uma Royal Enfield 500 e registraram o recorde do maior numero de pessoas sob uma moto. O feito aconteceu neste final de semana na base aérea de Yehlanka, em Bariloche na Ìndia.

Eles rodaram por mais de um quilometro, suficiente para homologar o resultado. Fazendo um calcula rápido, com o peso médio de 70 quilos para cada homem, a moto conseguiu locomover 3.780 quilos. Um resultado impressionante para um motor de 500 cc que desenvolve apenas 27,2 cv a 5.250 rpm.

Para que todos os homens pudessem se equilibrar na moto, uma estrutura metálica foi montada. Não há informações se os amortecedores foram reforçados ou substituídos para agüentar mais de 1.700 quilos. Enfim, é ver para crer.


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Réplica da Batpod, a moto do Batman usada no filme Dark Night é construida nos Estados Unidos

sábado, 31 de julho de 2010

Uma réplica da Batpod, a moto utilizada pelo super herói Batman no filme "Dark Night" foi fabricada por um construtor chopper dos Estados Unidos com um motor de 850cc.

A moto é muito difícil de ser manobrada. Muito comprida e com pneus muito largos, fazer curvas com ela é uma tarefa bastante complicada. Todo o posicionamento do piloto e dos controles tornam quase impossível fazer um curva de ângulo mais fechado e ela até se torna perigosa neste sentido. Fazer um retorno então, quase impossível.


Mas, para o proprietário Pankaj Shah a moto é um tributo de sua paixão pelo filme "Dark Knight", onde a moto apareceu pela primeira vez.


A moto é equipada com um motor de 2 cilindros em "V" de 850cc e sistema "fly-by-wire" de aceleração derivado da Aprilia Mana.


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Icon Sheene uma das motos mais caras e exclusivas do mundo, são 250cv pela bagatela de 290 mil Reais.

sábado, 24 de julho de 2010

Inspirada numa das maiores lendas das competições, o britânico bi-campeão do mundo Barry Sheene, a Icon Sheene é uma moto de fabricação artisanal cuja produção será limitada a apenas 52 exemplares. O preço de cada unidade? A expressiva cifra de 128 mil euros, o equivalente a aproximadamente 290 mil reais numa conversão direta.

"A influência de Barry está refletida em todos os aspectos da Icon Sheene, a primeira ultrabike", explica Joss Nicholas, o chefe do projeto.


O motor da Icon Sheene é o mesmo da Suzuki GSX 1400 equipado com um turbo que entrega a potência máxima de 250 CV. Embora já impressionante, a potência da moto pode ser aumentada ainda mais com o aumento da pressão do turbo.


Para parar esta usina de força, o freio faz uso de pinças com 6 pistões. O tanque de combustível é de alumínio e leva um mês para ficar pronto. Até um capacete personalizado pode ser adquirido para fazer conjunto com a moto.

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Moto feita com esqueleto de Jacaré será rifada por entidade na Flórida. Foram gatos R$ 150.000,00 no projeto da GatorBike.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

GatorBike

Uma entidade que cuida de animais selvagens abandonados e confiscados encontrou uma maneira inusitada de levantar fundos: vendendo uma motocicleta que leva uma caveira de jacaré na frente do guidão e o rabo na traseira. Batizada de GatorBike, a moto será o prêmio principal de uma rifa do Centro de Reabilitação da Vida Animal na Flórida.

A entidade dirigida por Jim Jablon resgata e cuida de animais selvagens que muita gente adota como “bichos de estimação”, sem se dar conta de que não são adequados para o convívio humano diário. Segundo ele, a pele e o crânio de jacaré usados na construção da moto vêm de animais abatidos legalmente durante a temporada de caça, quando o governo autoriza o extermínio de animais sempre que a população ultrapassa um limite.

A GatorBike foi criada pelo designer e especialista sueco Benny Ohrman, que levou um ano para finalizar o projeto. A pele de jacaré pode ser removida, mas a caveira é fixa no guidão e traz o velocímetro e outros controles acoplados diretamente no osso. Para construir a moto, Jablon pagou R$ 150 mil de seu próprio bolso.

Cada bilhete da rifa, que vai correr em maio, custa US$ 100 e pode ser comprado no website da instituição. Somente 100 números serão vendidos e não é preciso viver nos Estados Unidos para participar – a rifa está aberta a pessoas do mundo inteiro.

O sorteio, assim como a própria moto, deve chamar muita atenção. Jablon vai jogar os números numa piscina cheia de jacarés e uma modelo vai mergulhar para pegar o número vencedor.

“Não é perigoso”, garantiu Jablon ao jornal britânico “The Daily Mail”. “Não vamos amarrar galinhas ou qualquer outro tipo de carne ao corpo dela. É só mergulhar e pegar”.

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A sucata que vira arte. Restos de metal se transformam em belas esculturas de motos.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Moto Esculturas

Nunca se falou tanto em preservação do meio ambiente como nos últimos dias, o constante crescimento da população mundial tem gerado milhões de toneladas de lixo todos os dias. Boa parte dessa sujeira vai para a natureza sem cuidado ou tratamento.
Só que existem pessoas que realmente se preocupam com o planeta e dão sua contribuição na preservação do meio ambiente. Alguns dias atrás conheci um trabalho simplesmente fantástico. Um artista que consegue transformar sucata em obras de arte. São moto esculturas feitas com restos de peças e metais normalmente encontrados nos ferro velhos e que se não fossem reciclados seriam apenas esquecidos no meio do lixo.

O responsável por essa empreitada é o Mauro Alvim, fundador e presidente dos ESTRADEIROS REAIS MOTO GROUP, um pequeno moto grupo de Juiz de Fora - Minas Gerais. Segundo Alvim no inicio as esculturas eram apenas para ocupar o tempo, uma terapia. Só que os amigos gostaram e começaram encomendar as peças. O charme nas peças produzidas por Alvim é a exclusividade, pois cada peça é única, impossível de ser reproduzida.

“Sem duvida, uma arte totalmente experimental onde a criação começa nos ferros velhos a partir da visualização das peças, que junto com a paixão pelas motocicletas, se fundem no meu córtex”. Diz Alvim que hoje já tem suas peças espalhadas pelos quatro cantos do Brasil.

Acesse o blog do Mauro Alvim e conheças mais sobre seu trabalho. Com certeza as moto esculturas são um excelente presente para seus amigos de estrada.

Texto: Will Albuquerque
Fotos: Divulgação

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Você consegue distinguir o que é verdade e o que é mentira no setor duas-rodas?

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Você consegue distinguir o que é verdade e o que é mentira no setor duas-rodas? Várias fórmulas e estratégias para um bom funcionamento da motocicleta são conhecidas popularmente. O nascimento de um mito pode ser justificado por algum motivo. Não são todos os mitos que são falsos ou completamente verdadeiros.

De acordo com o especialista em motocicletas Tomás Santos, da T.A.S Motos, os mitos nascem porque alguns assuntos são levados ao extremo. “Discussões geralmente são criadas e infelizmente terminam sendo generalizadas, sem necessidade, por falta de discernimento”, afirma.
Meio a pesquisas desenvolvidas entre motociclistas surgiram dúvidas de todos os gêneros referentes ao funcionamento das motocicletas.

Sem o filtro de ar a moto anda mais?
“A moto pode se desenvolver bem mais, porém, o funcionamento do motor fica altamente comprometido”, diz Santos. Segundo ele, ocorre uma maior transmissão de ar que por consequência se mistura ao combustível e gera sérios problemas à moto.

O filtro de ar é responsável por enviar todo o ar que entra no carburador. É um acessório feito de papel dobrado, montado em uma estrutura de plástico, metal e borracha. Outra função importante é alimentar o motor sem deixar faltar ar.

Quando o filtro de ar está no fim de sua vida útil ou muito sujo, ele impede que o ar entre no motor com a velocidade devida, e a moto começa a funcionar com pouco ar e o motor, incorretamente. Com isso, as acelerações e retomadas ficam lentas, o motor falha e o consumo de combustível aumenta. Em algumas situações o motor não funciona.

Para o mecânico especialista em motos, Ronie Dotzlaw, é necessário regular a quantidade de gasolina para a maior quantidade de oxigênio que será aspirada. Porém, isso prejudicará a vida útil do motor, pois uma maior quantidade de partículas será aspirada pelo motor durante a admissão.

O uso do nitrogênio na calibragem aumenta a durabilidade dos pneus?
A resposta é que não existe comprovação. Segundo Santos, infelizmente há motociclistas que querem utilizar técnicas de corrida nas ruas, sendo que o correto é seguir aquilo que é estipulado pelo fabricante. O nitrogênio pode garantir estabilidade por ter um ponto mais elevado e aquecido, que faz com que a calibragem seja realizada a cada dois meses e com oxigênio uma vez por mês.

“O nitrogênio é um gás estável, com isso, ele demora mais tempo para aquecer, preservando a borracha e permitindo que o pneu rode mais tempo antes de atingir a temperatura de “deterioração”. Soma-se a isso o fato dele manter por muito mais tempo, a calibragem do pneu”, afirma Dotzlaw

A adição de naftalina na gasolina aumenta a octanagem, fazendo com que a moto tenha um rendimento maior?

Tomás afirma desconhecer estudo a respeito, mas há alguns anos esse procedimento era realizado em motocicletas com motor de dois tempos. Hoje em dia, Santos garante que é desnecessário esse procedimento por conta de toda a tecnologia.

Falando em combustível, segundo o especialista, facilmente encontramos motociclistas que ainda não sabem diferenciar uma gasolina comum de uma aditivada. Os mecânicos antigos são contra, pois tecnicamente não tem maior poder de combustão e tem a característica de manter o motor limpo. “Optar pela gasolina aditivada não representa um maior rendimento da motocicleta”, explica.

Para Santos, a maior preocupação que o motociclista deve ter é onde está abastecendo o tanque da moto. É sempre importante buscar gasolina de qualidade em postos que possuam bandeira, na tentativa de evitar a clandestinidade ao adquirir um produto que pode gerar sérios problemas e gasto excessivo.

Segundo o mecânico Ronie Dotzlaw, a naftalina é um hidrocarboneto, ou seja, derivado de petróleo, então quando ela é combinada com a gasolina, faz com que esta aumente sua octanagem, isso possibilita que se trabalhe com taxas de compressão mais altas, gerando maior torque e potencia ao motor. Já dá para perceber que se o motor não está preparado, o piloto não perceberá nada, a não ser um efeito placebo. Para piorar, a naftalina, que dispomos no Brasil não é pura, então, quando combinada com a nossa mistura chamada gasolina, cria-se detritos no reservatório de combustível, que se chegarem ao carburador, ou bico injetor, vão causar danos maiores que os possíveis ganhos pretendidos.

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Muito alem das duas rodas. Fabricantes de motos produzem muito mais do que apenas motocicletas.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Se quando estiver em Nova Iorque você embarcar na linha L do metrô que liga o Brooklyn a Manhattan estará andando em uma Kawasaki. Não é permitido rodar de moto na linha do metrô, mas o trem R 143, um dos mais modernos da metrópole americana, é produzido pela fábrica japonesa.


E se à noite, em um dos muitos bares da Big Apple, um músico tocar as notas de "New York, New York" de Frank Sinatra no órgão, são grandes as chances de você estar ouvindo a uma Yamaha. Não o ronco poderoso de uma R1, mas as suaves notas de um teclado da marca dos diapasões.

Esses são alguns dos muitos exemplos de produtos que as maiores marcas de motocicletas do mundo fabricam, além das motos, é claro. Os exemplos conhecidos são muitos: automóveis Honda, Suzuki, BMW; serras-elétricas da Husqvarna; jet-skis Kawasaki e Yamaha etc.


Mas também há coisas curiosas como a Kawasaki que, além de produzir os trens e vagões, fabrica o equipamento necessário para cavar os túneis e estações de metrô. A Yamaha, uma excelência em todo o tipo de instrumentos musicais, fabrica carros elétricos para campos de golfe. A Suzuki, na década de 70, chegou mesmo a entrar no ramo de habitação, disponibilizando no mercado japonês dois modelos de casas pré-fabricadas.

Isso é, na verdade, um sinal dos tempos. Tempos de globalização em que as empresas investem seu dinheiro em diversas áreas. Entretanto, o fenômeno não é tão atual quanto imaginamos.


Em 1912, a Kawasaki produziu sua primeira locomotiva no Japão. Dando origem a Kawasaki Rail Car, subsidiária da Kawasaki Heavy Industries, com sede em Kobe, Japão. A produção de trens, aviões e grandes navios começou antes mesmo das motocicletas e continua até hoje.

A Kawa se inicou nas motocicletas somente na década de 50. Foi uma maneira de popularizar a marca em todo mundo. A primeira motocicleta, fabricada inteiramente pela Kawasaki, foi uma 125cc 2T em 1960.

Já a Yamaha surgiu como fabricante de instrumentos musicais. Torakusu Yamaha, um fabricante de relógios, fundou a Nippon Gakki em 1897. Somente em 1955, foi fundada a fábrica Yamaha para produzir motocicletas, aproveitando-se do mesmo maquinário que construiu os propulsores dos aviões japoneses na II Guerra Mundial. A origem "musical" da marca explica o diapasão, símbolo da Yamaha desde sua primeira motocicleta, a YA-1.

Atualmente, a Yamaha é uma das maiores fabricantes de instrumentos musicais do mundo. Desde luxuosos e afinados pianos até modernas baterias digitais. E também uma das gigantes nas motocicletas.

Mas seus negócios expandiram-se ainda mais. Atualmente, carros elétricos para campos de golfe e até mesmo um moderno mini-helicóptero controlado remotamente, utilizado no salvamento de vítimas de catástrofes, são fabricados pela Yamaha. Sem falar nos modernos motores de popa, jet-skis, snowmobiles etc...

Outra gigante japonesa, a Suzuki, surgiu como fabricante de máquinas de tear seda em 1909. Com as dificuldades econômicas depois da II Guerra Mundial, Michio Suzuki, o fundador, passou a fabricar uma bicicleta motorizada de 36cc. A primeira moto, a Colleda, surgiu somente em 1955.

Como as outras, a Suzuki passou a diversificar sua produção. Ainda em 1955, lançou o automóvel super compacto Suzulight, com motor 2T de 360cc. Dez anos depois, a Suzuki lançava seu primeiro motor de popa.

Em 1974, expandiu ainda mais sua área de atuação. Lançou uma cadeira de rodas motorizada e também investiu na área de habitação com o lançamento de dois modelos de casas pré-fabricadas.

Atualmente, a Suzuki fabrica mais de 4 milhões de unidades entre carros, motos e All-Terrain Vehicles (os quadriciclos). Modernas cadeiras de rodas com motores elétricos, propulsores de popa para lanchas e barcos também são produzidas pela marca.

Assim como muitas indústrias, a Husqvarna surgiu em tempos de guerra para fabricar armamentos (leia box). A Suécia, país de origem da marca, estava em guerra em 1689 e a necessidade de armamentos era grande. A Husqvarna então começou a fabricar mosquetes, espécie de espingarda antiga, e de onde vem o logotipo da marca – a mira de um mosquete estilizada.

Depois que a paz foi estabelecida, a empresa passou a variar sua produção. Em 1872, lançou máquinas de costura e equipamentos de cozinha em ferro fundido, como panelas e fogões.

Finalmente, em 1896, a empresa ensaiou sua entrada no mundo de duas rodas. Vieram as bicicletas Husqvarna. A conseqüência óbvia foi a fabricação de motocicletas. A fábrica fazia apenas quadros e utilizava motores de outras marcas até que, em 1920, lançou um motor de dois cilindros em V de 550cc 4 tempos.

As motocicletas Husqvarna tornaram-se sinônimo de sucesso no off-road. Dezenas de campeonatos mundiais depois, a empresa sueca abandonou as motos. Vendeu a Husq motocicletas para o grupo italiano Cagiva em 1987.

Ao longo da história, a Husqvarna diversificou sua área de atuação. Em 1918 passou a produzir cortadores de grama e caldeiras a vapor. Nas décadas de 30 e 40, a empresa lançou fogões elétricos e máquinas de lavar roupa e louça.

Em 1959, é lançada a primeira motoserra da marca, produto pelo qual a Husqvarna é reconhecida mundialmente. É da Husqvarna também o primeiro forno de microondas lançado no mesmo ano, segundo a empresa.

Em 1960, a empresa atuava em oito áreas distintas: aparelhos domésticos, armas, máquinas de costura, caldeiras a vapor, produtos de ferro fundido, fornos microondas, produtos sinterizados e motores.

Depois de ser adquirido pela Electrolux, em 1977, o grupo Husqvarna cresceu ainda mais. Hoje, atua principalmente na produção de motoserras, roçadeiras, podadores, sopradores de folhas, cortadores de grama e até mini-tratores.

Na pequena cidade de Cascina Costa, na Itália, Giovanni Agusta, um empresário, fundou sua empresa em 1923. A Agusta começou como uma mera fabricante de aviões projetados por outras empresas.

Em 1940, Domenico Agusta, filho do fundador, decidiu aproveitar o boom das indústrias de motocicletas na Europa. Criou a Meccanica Verghera Agusta, a popular MV Agusta, para produzir motocicletas. O primeiro modelo da marca foi um motociclo de 98cc 2T. Depois de muito sucesso nas pistas, em 1976, a empresa não suportou a concorrência das japonesas e fechou as portas de sua indústria de motocicletas.

Com isso, voltou seus investimentos para os helicópteros, produtos que tornaram a marca Agusta conhecida mundialmente. Na década de 60, a Agusta passou a produzir os helicópteros americanos da marca Bell. Em pouco tempo foi lançado o primeiro helicóptero inteiramente projetado pela empresa: o A 109 com duas turbinas.

O espírito empreendedor e a alta tecnologia que sempre marcou a história da marca no mundo das motos acompanhou também sua trajetória no ar. Em 1983, a Agusta lançou o A 129 Mangusta, o primeiro helicóptero militar totalmente desenhado e produzido na Europa.

Atualmente, a empresa está entre as maiores produtoras de helicópteros do mundo. Até um tiltrotor – espécie de avião com hélices e turbinas que o permitem decolar verticalmente – foi desenvolvido. Já o nome MV Agusta foi comprado pela Cagiva que continua a produzir verdadeiros sonhos sobre rodas, como a MV Agusta F4.

A Honda é uma das poucas que iniciou suas atividades como fabricante de motocicletas. Em 1946, Soichiro Honda fundou a indústria com o intuito de produzir um meio de transporte barato para a então pobre população japonesa arrasada pela guerra. O resto já é história. O lançamento da CUB C100, a avó das Dream e Biz, o lançamento da CB 750Four, até o título de maior fabricante de motocicletas do mundo.

Nesse meio tempo a indústria variou muito seu campo de atuação. Os automóveis são sucesso de vendas em todo o mundo. Os motores estáticos (geradores) e os de popa também são famosos. Na área de robótica, a Honda também é referência mundial.

Um bom exemplo é o robô humanóide Asimo. Capaz até mesmo de subir escadas, o Asimo foi criado para trabalhar como recepcionista nas fábricas japonesas. A última investida da marca foi um avião a jato particular, o Honda Jet.

Testado no ano passado nos Estados Unidos, o Honda Jet já fez seu vôo de estréia. Deve ser produzido em série em breve e está cheio de inovações. Mais uma prova que a tecnologia de sua moto, de qualquer marca, vai muito além de quadro, motor e rodas. São empresas que voam o alto, e não só nas pistas.

Ao estudar a história das marcas de motocicletas fica claro que muitas delas surgiram de indústrias bélicas. Esse é o caso da Husqvarna, da BSA, da Kawasaki etc. A BSA significa Birmingham Small Army Company e também iniciou fabricando munições e armamentos. Só depois vieram as bicicletas e motos. A Kawasaki cresceu com a produção de muitos dos aviões e navios japoneses da II Guerra Mundial. A BMW produziu muitos dos componentes dos aviões da temida Força Aérea Alemã nas duas Grandes Guerras Mundiais, também.

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Conheça um pouco da história de uma dos maiores moto clubes da America Latina o Abutre's.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Fundado no dia 10 de setembro de 1989, o motoclube ABUTRE’S é um dos maiores e mais conhecidos do país. O grupo conta com 54 facções e mais de 1800 componentes em todo o Brasil sendo um dos maiores em toda a América Latina.

O nome Abutres partiu dos próprios fundadores do grupo, pois traz a idéia de liberdade e por ser a ave que voa mais alto, além de preta, como as vestimentas em couro dos membros. “Além de ser uma ave soberana, o abutre está em extinção como os verdadeiros motociclistas”, declara Raimundo Nonato, mais conhecido como “Pateta”, um dos fundadores do motoclube.

O ABUTRE’S M.C. é um grupo sem fins lucrativos, que reúne amantes do motociclismo com a finalidade de desfrutar do lazer, entretenimento e promover ações filantrópicas por meio de uma motocicleta e boa vontade, como ações beneficentes em prol da ACC (Ação de Combate ao Câncer) e da APAE (Associação dos Pais e amigos dos Excepcionais).


Todos os anos o grupo participa da campanha do agasalho em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, com intuito de arrecadar o maior número possível de roupas para o inverno. O ABUTRE’S foi o único motoclube a ser chamado para, juntamente com a polícia militar e o corpo de bombeiros, realizar esse evento.

QUEM SÃO OS ABUTRE’S

Um ABUTRE costuma ter cara de mau, colete de couro preto é sua segunda pele e um imenso orgulho do que é. Os ABUTRE’S já é hoje um dos maiores motoclubes do Brasil, e o terceiro maior do mundo, é formado por mais de 1800 motociclistas com ramificações em todas as regiões do Brasil. Para entrar, é necessário ser homem, ter mais de 26 anos, ser convidado, possuir uma moto preta e passar por uma série de provações para saber se o candidato se encaixa na ideologia Abutre. Este é o passaporte para muitas viagens, festas e acima de tudo, bons companheiros.


Os ABUTRE’S não julgam ninguém pela moto que se tem, mas pela pessoa que é. Acredite, quando se fala em ABUTRE’S, há muita paixão envolvida. Roy, economista do mercado financeiro e diretor de disciplina dos Abutres, cuida para manter o respeito e a irmandade entre os companheiros. “Para nós é uma questão de compromisso”.

Quer conhecer mais sobre o Moto Clube Abutre's basta acessar o site.

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CB 500 FOUR. 38 anos de história e muitas paixões. Mesmo depois de todo esse tempo a velha CB ainda causa arrepios.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Jamais vou esquecer o dia 16 de Maio de 1974, quando sai da concessionária Honda Rudcar em São Bernardo do Campo montado no mundo, digo, na minha CB 500 FOUR verde zerinho. Finalmente meu sonho se realizava, não sabia o que fazer... Lembro que bem próximo a revendedora, havia um posto de combustível, parei para abastecer a moto com gasolina azul (Tem muita gente que nunca nem sentiu o cheiro dela) e ali fiquei admirando a minha belíssima moto, junto com meu amigo Cláudio que também havia comprado uma CB 500 FOUR no dia anterior. Que felicidade!

Fazia muito frio naquele dia, mas pra dizer a verdade nós não sentíamos nada, andamos muito e chegamos a encher o tanque novamente.
Um fato que não posso deixar de relatar foi que após ter abastecido a moto ela não pegou, tentamos a partida elétrica e nada, tentamos o pedal e nada,... Empurramos e nada. Não agüentamos empurrar muito tempo pois era muito pesada, depois de algum tempo e alguns xingamentos percebi que o corta corrente do punho estava desligado... Ai foi só risadas e alegria voltamos a queimar gasolina.

Um outro fato muito engraçado era que os guardas de transito da época, nos paravam com a desculpa de checar os documentos, mas, na realidade eles queriam ver a moto mais de perto e nos enchiam de perguntas.

Era parar e sempre tinha alguém se aproximando para dar uma olhada, fiz uma viagem com ela que jamais vou esquecer, as vezes em casa volto no tempo, e começo a contar a meus filhos as aventuras que realizei com meu “Cadilac” (Apelido carinhoso).

Relatos do Italiano de Santo André / SP

Esse poderia ser apenas mais um relato saudosista de um cara apaixonado por uma moto se não fosse a quantidade de depoimentos que encontrei com as mesmas descrições o amor e o prazer de ter uma CB 500 Four, a moto simplesmente despertou paixões e contagiou uma geração.

Em 1971 a Honda lançada a CB500 Four, seguindo os passos da CB750, que ficou em produção até 1975 quando foi substituída pela CB550F. Ainda em 1975 foram produzidas a versão CB550 K2 que trazia as mesmas modificações de embreagem e caixa da CB550F, o grafismo de tanque da CB750 mas mantinha os 4 escapamentos separados.

A CB500 four tinha peso e dimensões mais razoáveis que sua grande irmã CB750 mas não tinha nenhuma peça em comum com esta moto, mas sim peças da embreagem e câmbio da CB350. Em 1971 saiu somente na cor verde oliva com as laterais do tanque pretas. Em 1972 foi adicionada a cor dourada e mudaram os carburadores.

Eu estava em casa quando um amigo me ligou perguntando se tinha como conseguir um reboque para pegar uma moto e eu disse que sim e me dispus a ir com ele, como não sabia do que se tratava resolvi levar minha maquina fotográfica. Para minha surpresa o que encontro uma CB 500 FOUR.

Colocamos a moto no reboque e a levamos para a oficina da DJA Motorcycles do meu amigo Dejair que acreditem rapidinho fez o motor roncar e confesso que fiquei arrepiado. A moto será totalmente restaurada pela DJA Motorcycles e já desperta o interesse de diversos colecionadores que já fazem um verdadeiro leilão tentando adquirir a moto.

Hoje à tarde não resisti e convidei o Halison (Um dos fotógrafos da revista) para fotografar o achado, vou compartilhar agora algumas imagens dessa verdadeira obra de arte e causadora de muitos suspiros saudosistas em amantes e admiradores da versão FOUR das CBs.


Fotos: Halison Rodrigues

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Você conhece o Museu das Duas Rodas? Um verdadeiro encontro com o passado.

sexta-feira, 15 de maio de 2009


Se você, motociclista, estiver rodando pela região de Visconde de Mauá (RJ), não deixe de visitar o Museu das Duas Rodas, situado dentro do Parque Corredeiras do Alcantilado, local bastante conhecido pelos praticantes de esportes radicais.

Coordenado por Edson Silvestre Pauli, o acervo conta com 100 veículos entre bicicletas, ciclomotores e motos, vindas de várias partes do mundo. Lá é possível conhecer a motocicleta mais antiga do Brasil, ver a primeira máquina de duas rodas industrializada no mundo e, de quebra, ter contato com modelos de competição.

O destaque fica por conta de uma Wanderer, fabricada na Alemanha em 1902. Outra jóia-rara é a BSA Gold Star B34 fabricada na Inglaterra em 1953. A DKW/Audi SB 350, por exemplo, traz uma característica bastante peculiar: embreagem no pé e na mão.

A região ainda oferece muitos rios, cachoeiras e piscinas de água natural, além do aconchegante clima típico europeu. Visconde de Mauá tem bons hotéis, pousadas e restaurantes para todos os gostos e bolsos.

Como todas as estradas de acesso ao museu são de terra, nada melhor do que uma moto on/off road para dar um pouco mais de emoção à visita. Mais informações, acesse www.museuduasrodas.com.br ou www.viscondedemaua.com.br

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Super desenhos de motos - Oberdan Bezzi lança blog com suas criações e super maquinas.

quarta-feira, 13 de maio de 2009


O italiano Oberdan Bezzi, um desenhista de motocicletas, criou um blog para expor os seus interessantes trabalhos, os quais realiza apenas como passatempo.

Todas as motos que desenha têm como base alguma marca ou modelo já existente, seja do passado ou os mais modernos. Há casos também em que o artista usa o motor como fonte de inspiração e partida para o desenvolvimento da máquina de duas rodas.

A Buell que ilustra esta notícia, por exemplo, é uma das esportivas que Bezzi “rabiscou” a partir de um propulsor, no caso um V-Twin. Já a Triumph (foto 2) incorporou o visual elaborado pelo famoso designer Craig Vetter ao moderno estilo da versão triple.

Para conferir os desenhos de Oberdan Bezzi, basta clicar aqui.

Se você gosta de desenhar ou tem em mente um modelo especial mande pra gente ele pode ser publicado aqui!

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Você sabe qual a diferença entre o pneu radial e convencional? - Cada um tem uma aplicação diferente saiba qual é indicado para sua moto.

segunda-feira, 11 de maio de 2009


Há dois tipos de construção de pneus: radial e convencional (ou diagonal). A nomenclatura designa uma diferença estrutural entre esses pneus. Mas isso não significa que um seja melhor ou pior que o outro. Simplesmente, eles têm uma aplicação, um uso diferente.

Nos pneus convencionais, os cordonéis das lonas (os tecidos) que, juntamente com a carcaça, compõem a estrutura do pneu, formam ângulos com a linha central da banda de rodagem. Daí alguns chamarem os pneus convencionais de diagonais.


Já nos radiais, além da estrutura têxtil, uma cintura de aço é disposta paralelamente à linha central da banda de rodagem; os fios metálicos formam um ângulo de 0° com a linha central.

Essa diferença estrutural determina para qual utilização o pneu é mais adequado. Os radiais são indicados para motos maiores que atingem altas velocidades, enquanto os convencionais têm uma variedade muito maior de aplicação. Podem ser usados em motos de baixa cilindrada, motocicletas off-road ou até mesmo em motos big-trail, como a Yamaha XT 660R.

A construção radial oferece resistência e desempenho em alta velocidade e frenagens muito bruscas, em situações extremas em que um pneu convencional se tornaria um risco.

Uma moto de 125cc não precisa ser equipada com um pneu radial, pois além de não ultrapassar os 110 km/h, o rendimento quilométrico é importante para o motociclista. Seria, além de um desperdício, um incômodo, já que os pneus não trabalhariam em conjunto com a suspensão desenvolvida para pneus convencionais.

No caso de uma moto superesportiva, como a Honda CBR 600RR, que atinge mais de 250 km/h, o radial é obrigatório, uma vez que o pneu sofre muito esforço nas acelerações e frenagens em alta velocidade.


Outro exemplo das diferentes aplicações são os pneus off-road, usados em motos de motocross. A estrutura convencional é a mais indicada para o cross, pois os pneus são submetidos a impactos muito fortes, onde os pneus radiais não suportariam esse tipo de esforço. Além disso, o amortecimento e a adaptação a terrenos irregulares são fundamentais.

Como diferenciar

Como externamente fica difícil diferenciar um radial de um convencional, os fabricantes usam códigos. Por exemplo, o pneu traseiro da Honda CG 150 é o Pirelli City Demon nas medidas 90/90 – 18. O “-” indica que se trata de um pneu convencional (ou diagonal).

A superesportiva Yamaha YZF R1 vem equipada com o pneu Michelin Pilot Power 190/50 R 17. O “R” sinaliza que o pneu é de construção radial. Já os números referem-se à largura (em milímetros), altura e o aro da roda, respectivamente.

Na hora de escolher qual pneu colocar em sua moto, vale sempre a regra: siga a recomendação do manual do fabricante e as especificações do equipamento original de fábrica.

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A super moto

terça-feira, 21 de abril de 2009


Esta cansado do desrespeito dos motoristas para com os motociclistas??? Chegou a solução !!! A moto dos seus sonhos...

Mostrada ao público na Austrália, Melbourne Motor Show, ela sim é grande, em todos os sentidos. Vejamos suas características:
• Altura: 3 metros;
• Comprimento: 9 metros
• Peso: 13 600 quilos;
• Motor: Detroit Diesel;
• Transmissão: Allison automática de seis velocidades;
• Diferenciais: Eaton;
• Pneus: Caterpillar com 2 metros de diâmetro.

No mesmo espírito dos monster trucks, a "Monster Motorbike from Hell" foi desenhada e construída por Ray Baumann, um ex-dublê, e consumiu três 3 anos de trabalho, do projeto à conclusão. O custo total da bike não foi divulgado, mas sabe-se que somente os pneus custam na casa de milhares de dólares.


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Conheça um pouco da história da Shineray

segunda-feira, 6 de abril de 2009


A Shineray iniciou suas atividades no ano de 1997 e desde então vem apresentando uma história de sucesso. Sua base fabril ocupa uma área de 65.000 m² e está localizada em Chongqing, na China. Possui atualmente 1800 empregados e uma capacidade de produção de até 600.000 produtos por ano entre motocicletas, quadriciclos e motores.

A Shineray exporta suas motocicletas para mais de 80 países nos cinco continentes. Mais de 50% das suas exportações destinam-se à América. Além do Brasil, a Shineray também se faz presente em países como os Estados Unidos e o Canadá.

A produção de motocicletas pela Shineray é licenciada pela Associação Internacional de Motocicletas e a empresa foi considerada pela Associação Global de Importadores e Exportadores a melhor fabricante de suprimentos da China.

Todo este sucesso deve-se ao design arrojado, à qualidade e ao alto desempenho que são os conceitos chave no desenvolvimento de suas motocicletas, frutos da pesquisa e do desenvolvimento de uma equipe técnica de engenheiros altamente qualificados.


O Grupo Shineray do Brasil tem como atividade principal a importação de produtos da linha de motos Shineray produzidas em Chongqing, na China.

As negociações com a marca chinesa iniciaram em junho de 2005 e em outubro do mesmo ano foi realizada a primeira compra de motos, comprovando a seriedade e o comprometimento do grupo em comercializar os produtos no Brasil. Em novembro de 2005, os equipamentos já estavam à disposição dos consumidores através da primeira revenda Shineray do Brasil, a Star Motos, situada no Recife.

A Central de Distribuição da Shineray localiza-se no Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco. No local, que possui área total de mais de 10.000m², foi feito um investimento na logística de armazenagem e distribuição dos produtos, com o intuito de atender melhor os consumidores.

Atualmente o Grupo Shineray do Brasil comercializa 16 modelos de produtos, entre motocicletas, triciclos e quadriciclos. As motos possuem cilindrada que varia de 50 a 250 cm³ e valores de R$ 2.790 a R$ 13.990.

A Shineray do Brasil possui 50 revendas espalhadas pelo país e outras 20 em fase de implantação. Atualmente está presente em 16 estados, mais o Distrito Federal, nas cinco regiões brasileiras.




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Como surgiu a Dafra

sexta-feira, 3 de abril de 2009

A Dafra, mais nova associada da Abraciclo(Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), chega com um esquema forte. A marca faz parcerias globais para atender à demanda do mercado brasileiro. As motos estão sendo desenvolvidas no Brasil e na Europa, dentro do atual conceito globalizado de fabricação de veículos, onde as fronteiras geográficas são substituídas pela viabilidade econômica.



Segundo a montadora, as adaptações à norma "EURO 3", que entram em vigor a partir de 2009, são feitas a partir de tecnologia de empresas norte-americanas de injeção eletrônica e de empresas européias de desenvolvimento de equipamentos para controle de emissão de poluentes.

A maior parte das peças utilizadas na linha de montagem, em Manaus, é manufaturada na China. A Dafra informa que, graças a essa combinação global - aliás, muito atual -reúne as condições para oferecer produtos de qualidade a preços atrativos para o mercado brasileiro.

A história da Dafra teve início ainda em 2006, quando o Grupo Itavema começou a estudar a viabilidade de ampliar seu leque de investimentos. O investimento para os custos com desenvolvimento de produto, ativos fixos, aquisição de peças e ferramentas, desenvolvimento da marca e capital de giro na montadora foi da ordem de R$ 100 milhões.

A maior parte desse aporte foi destinada à construção de uma fábrica, em Manaus (AM), que já conta com dois galpões industriais, 100 mil metros quadrados de área territorial e mais de 300 funcionários na linha de montagem. Em visita a fábrica, pode-se cosntatar que as modernas instalações realmente oferecem ótima infra-estrutura para a montagem. Quatro linhas de produção de motores e motocicletas foram iniciadas no mês de dezembro, número que dobra até março de 2008.

Importados da China em lotes CKD e possibilitam montagem local, os modelos foram testados por técnicos da montadora ao longo do ano passado, para que se escolhessem os que melhor se adaptavam às condições brasileiras. A Dafra estima que deva produzir 60 mil motos em 2008 e 90 mil em 2009.

Aproximadamente 93% das peças são manufaturadas na China. A montadora tem acordos de longo prazo com três fornecedores asiáticos , que estão entre os maiores fabricantes mundiais de motocicletas -- informa um assessor da marca. Inicialmente, serão produzidos e comercializados quatro modelos de motos. A Dafra ressalta que entra no mercado com um portfólio de produtos em quantidade e qualidade comparáveis às líderes do setor. Mas, segundo o fabricante, o preço médio, em função da alta tecnologia e dos baixos custos da produção, é de R$ 4,6 mil -- ou cerca de 20% a 30% mais baratas do que suas principais concorrentes. No mês de maio, a marca lançará um quinto modelo.

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