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Começa a fiscalização nacional de regularidade dos capecetes no Brasil.

domingo, 7 de agosto de 2011

O assunto é polemico e há alguns anos o tema é discutido e frequentemente é objeto de palestras e debates: a certificação de capacetes para motociclistas e a fiscalização desta certificação. Recentemente, no 2º Workshop Abraciclo, novamente o tema foi abordado, ainda que de forma indireta, pois o debate era sobre a tributação dos equipamentos de segurança para motociclistas.

Desnecessário falar da importância do tema.A Duas Rodas recebeu informações dos fabricantes e importadores, de uma blitz da Polícia Militar Rodoviária que aconteceu no domingo, 29 de maio, no km 126 da Rodovia dos Bandeirantes, em Santa Bárbara d’Oeste (SP). O objetivo era verificar na prática o que acontece na abordagem e saber o que os policiais verificam quando se trata de capacete.

Cenário melhor seria impossível de encontrar para esta finalidade. Céu azul e sem previsão de chuva é a receita certa para bons passeios de moto, sobretudo pela excelente condição da rodovia. E foi assim que aconteceu naquele domingo. Em grupos ou sozinhos, acompanhados ou não, foi possível observar que quase todas os motociclistas que passaram naquele trecho da rodovia foram parados e fiscalizados.

A fiscalização foi completa: documentos da moto e do motociclista, condições e conservação da motocicleta e capacete. O que interessava era a fiscalização do capacete e o comandante da operação, 2º Tenente Jivago Moretto Pedra, da Polícia Militar Rodoviária de São Paulo (SP) informou que a fiscalização do capacete verifica as regras básicas: presença das fitas refletivas nas posições laterais, traseira e frontal no capacete, condições de travamento da cinta jugular e existência do selo de certificação do Inmetro.

“No caso da certificação, verificamos no site do Inmetro se o selo não é falso, pois sabemos que existe falsificação”, informou. O tenente Jivago explicou um caso típico de fraude. “Um capacete aparentemente regular, ao verificarmos no site do Inmetro o número da certificação ela não bate com o fabricante do capacete tampouco com o modelo, ou seja, é um dublê”, explicou. “O dono deste capacete possui um bem falsificado e deverá responder à Justiça por falsificação”, complementou.

Outros casos que foram constatados eram daqueles motociclistas que trazem um capacete do exterior. “O capacete pode até ser muito bom, mas está fora das regras para ser utilizado nas ruas e estradas no Brasil e, portanto, o motociclista recebe multa por usar capacete fora da regulamentação”, justificou o tenente Jivago. “Evidentemente que neste caso não há processo judicial”, disse. Da mesma forma, se o capacete é para utilização em pista ou circuito fechado, não há qualquer problema.
Debate no 2º Workshop Abraciclo: pouca fiscalização e muita tributação

Debate no 2º Workshop Abraciclo: pouca fiscalização e muita tributação

No 2º Workshop Abraciclo, Daniel Malzoni Matos, da ABRAMAS (Associação Brasileira de Moto Peças e Acessórios de Segurança), alertou para a necessidade de aumentar a fiscalização sobre a falsificação de selos do Inmetro.

Entre no link http://www.inmetro.gov.br/prodcert/produtos/busca.asp e faça a busca da seguinte maneira:

1. Selecione na guia “Produtos” a classe de produto “Capacetes para condutores…..”.
2. Vá direto para a guia “Avaliação da conformidade” e insira o número do certificado que está no selo do Inmetro do capacete.
3. Na mesma guia, insira o nome do organismo credenciado que também está no selo do Inmetro do capacete.
4. Clique “Buscar”.
Este processo vai retornar a lista dos capacetes certificados naquele lote de fiscalização, com fabricante e modelo, se nacional ou importado, entre outras informações. Se conferirem com o o capacete, ótimo. Caso contrário, trata-se de uma falsificação de selo do Inmetro. Além disso, é preciso verificar também a existência das etiquetas na parte interna do capacete e na cinta jugular com as informações sobre o fabricante e o produto em português. “Os produtos importados passam pelo processo de certificação e recebem o selo e as etiquetas corretas, conforme determinam as regras”, informou Malzoni.

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Traker do Brasil recupera moto roubada em menos de duas horas sem nenhuma avaria.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Uma motocicleta Kawasaki Z750, avaliada em quase 30 mil reais, equipada com o rastreador Tracker Moto foi recuperada, no último dia 10, em São Paulo, menos de duas horas após ter sido roubada.

Os bandidos armados abordaram o proprietário na Marginal Pinheiros, pouco antes das 16h. Rapidamente ele entrou em contato com a seguradora, que acionou o Comando de Operações da Tracker do Brasil. Minutos após a ativação, a antena móvel reportou o sinal da moto no Jardim Ângela, zona sul da cidade. Às 18h a polícia recuperou o veículo, em perfeito estado, no Bairro Jardim São Luiz. Ninguém foi preso. O proprietário compareceu na delegacia para retirá-la.

O novo Tracker Moto é um produto desenvolvido especialmente para duas rodas, não foi adaptado do modelo para carros. Pequeno, resistente a temperaturas altas, trepidações, poeira, água e com consumo de bateria de apenas 1 mA/h, utiliza a tecnologia de radiofreqüência, que permite o rastreamento e a localização mesmo em lugares fechados, como túneis, garagens, subsolos e galpões, sem interferência e interrupção do sinal ou área de sombra.

O cliente tem ainda o serviço de Road Assistance disponível 24 horas por dia. Sem nenhum custo adicional, é possível solicitar Socorro Mecânico, reboque em caso de acidente e pane, envio de chaveiro e muitos outros benefícios.

A Tracker do Brasil é a maior empresa de rastreamento e localização de veículos do país, com 350 mil clientes. Em dez anos no mercado brasileiro, já recuperou 19 mil veículos, evitando um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão. É a única empresa do setor com cobertura em todo o território brasileiro e países vizinhos, com uma frota de carros, motos, helicópteros e aviões para buscas.

Mais informações sobre a Tracker do Brasil no site www.trackerdobrasil.com.br e também nas mídias sociais: www.twitter.com/trackerdobrasil e www.facebook.com/tracker.brasil.


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Moto Honda da Amazônia chega a 15 milhões de motos produzidas.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011


A Moto Honda da Amazônia acaba de produzir hoje, 03 de fevereiro, sua motocicleta de número 15 milhões. O fato histórico foi protagonizado por uma CG 150 Titan Flex e reflete a excelente aceitação do público brasileiro pelos produtos da marca, resultado do compromisso da empresa em fornecer produtos de qualidade e alta tecnologia, além de excelência em serviços pós-venda. Ricardo Ghigonetto.

Desde o início de suas atividades no País, em 1976, a Moto Honda investe continuamente em novos produtos, atrativos ao público e amigáveis ao meio ambiente. Com essa estratégia, amplia constantemente seu line up, incorporando cada vez mais modelos, com o intuito de oferecer opções a todos os perfis de consumidor, para utilização no lazer, esporte, locomoção ou trabalho.


Os mais recentes lançamentos apresentados ao mercado brasileiro foram a Biz 125 flex e a nova Shadow 750. O resultado é uma linha nacional composta por 13 modelos, que vão de 100 cm3 a 750 cm3, além de opções de motocicletas importadas, que vão de 600 cm3 a 1.800 cm3.

Nova linha de produção

Reafirmando sua crença no potencial do mercado brasileiro e com o objetivo de se preparar para demandas futuras, a Moto Honda ampliou sua fábrica em 2010. As instalações da nova linha de produção, inaugurada oficialmente em outubro do ano passado, integram o complexo industrial da empresa em Manaus (AM), que ocupa um terreno de 661 mil m². Com 21.750 m² de área construída, a unidade recebeu investimento de R$ 90 milhões e tem capacidade produtiva de 500 mil motocicletas por ano. Em 2011, a expectativa de produção é de 300 mil unidades, número deverá ser elevado para 415 mil até 2013.

Mais tecnologia, menos emissão de poluentes

Seguindo seu compromisso mundial de respeito ao meio ambiente, desde janeiro de 2009 todos os modelos produzidos pela Honda em sua fábrica em Manaus (AM) apresentam níveis de emissão de poluentes muito abaixo dos estabelecidos pelo Promot (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares).

A ampliação da linha de motocicletas flex, atualmente composta por quatro modelos, também reforça o compromisso ambiental da Honda, uma vez que o etanol (álcool) tem a vantagem de ser uma fonte de energia renovável e menos poluente quando comparado à gasolina.

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Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) derruba a obrigatóriedade de emplacmento para as motos "cinquentinhas".

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Os donos de motos até 50 cilindradas, mais conhecidas como "cinquentinhas", estão novamente liberados para circular pelas ruas sem emplacamento. A decisão foi tomada pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), na última sexta-feira (28).

O Departamento Estadual de Trânsito, porém, ainda poderá apresentar recurso para tornar novamente obrigatório o registro dos veículos.

A fiscalização desses ciclomotores, porém, cabe ao município e não ao Detran-PE, de acordo com o desembargador relator do processo, Itamar Pereira da Silva Júnior. Em nota, a assessoria de imprensa do TJPE informou que, mesmo com a existência de convênio entre o município do Recife e o Detran-PE, as atividades de fiscalização, registro e licenciamento de veículos automotores não poderia ser delegada ao Estado por meio de convênio, mas apenas por lei específica.

Um dos argumentos utilizados para a suspensão do emplacamento dos veículos de até 50 cilindradas diz respeito à operação de fiscalização que estava programada para ocorrer em fevereiro.

A assessoria de imprensa do Detran-PE informou que só se pronunciará sobre o caso após o órgão ser notificado oficialmente, o que deverá acontecer ainda esta semana. Nesta terça-feira (1), o Sindimoto realiza uma coletiva de imprensa para falar sobre o assunto.

HISTÓRICO - A fiscalização das cinquentinhas deveria começar nesta terça (1), caso não houvesse sido prorrogada pelo Detran para o dia 1º de março.

A exigência do registro voltou a existir no dia 16 de dezembro, após o juiz Wagner Ramalho Procópio, da 1ª Vara da Fazenda Pública da Capital, revogar a liminar que proibia o governo do Estado de fiscalizar e apreender veículos desse tipo.

Apesar de serem isentos de pagar IPVA, para se regularizar, os condutores precisariam desembolsar R$ 100,96 para o emplacamento e R$ 279,27 para o seguro obrigatório das motos.

Assista ao vídeo sobre o assunto que foi ao ar na TV Jornal / SBT



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