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Trailer Oficial do Novo Filme O Motoqueiro Fantasma 2 com Nicolas Cage 2012 - GHOST RIDER SPIRIT OF VENGEANCE

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O Ghost Rider está de volta! Mais flamejante do que nunca, e com Nicolas Cage de regresso ao seu papel de motociclista do Inferno, Ghost Rider: Spirit of Vengeance vai chegar aos cinemas em Fevereiro de 2012.

Como sempre acontece nestas coisas, os estúdios responsáveis por este filme começaram as ações de promoção através da divulgação das primeiras imagens e trailer oficial.

Na ação propriamente dita, a nova companheira de estrada do Ghost Rider é a Yamaha V-Max.

O primeiro filme do Ghost Rider, de 2006, não obteve as criticas desejadas, mesmo dos fãs deste personagem. Mas pelas imagens do trailer, a equipe de produção esforçou-se mais e o resultado aparenta ser melhor.

Assista ao trailer:



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Filme ALMA 70 meche com os corações do apaixonados por motos classicas.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Assista o trailer do filme ALMA 70, MOTOS CLASSICAS, apresentado por Gabriel Marazzi, dirigido por Renzo Querzoli e produzido pela Bulls Eye Filmes. Clique aqui para comprar o filme!

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O filme Easy Rider - “Sem Destino” completa 40 anos e continua ganhando fãs pelo mundo.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Lançado em 1969, filme com Peter Fonda marcou a geração hippie e transformou definitivamente a motocicleta em símbolo de liberdade

“Um homem saiu em busca da América. Não a encontrou em lugar algum”, dizia o pôster do filme “Easy Rider” (traduzido como “Sem Destino” para o português). Em compensação, milhões de jovens de todo o mundo encontraram um ídolo, Peter Fonda, e a inspiração para sair em busca de seu próprio estilo de vida. Há 40 anos, exatamente em 14 de julho de 1969, jovens descalços e com roupas floridas aglomeravam-se na entrada do Teatro Beekman, em Nova Iorque (EUA), para assistir à estréia do longa metragem em solo americano.

Fonda, então com 29 anos, fazia o papel do hippie Wyatt em “Sem Destino”. Wyatt e seu companheiro Billy, vivido por Dennis Hopper, subiam em suas motocicletas e cruzavam os Estados Unidos. Fonda pilotou uma das mais famosas motos do cinema: a lendária Harley-Davidson FLH da Polícia transformada em uma chopper de garfo alongado e com a pintura da bandeira norte americana no tanque.

Com um roteiro despretensioso, “Sem Destino” contava a história dos dois hippies que, com o dinheiro de uma grande venda de cocaína, partiam da Califórnia em suas motos rumo à festa de Mardi Gras, o “carnaval” de Nova Orleans. No caminho, são presos e conhecem na cadeia o advogado alcoólatra George Hanson, atuação brilhante de Jack Nicholson em início de carreira que lhe rendeu a indicação ao Oscar de melhor ator coadjuvante.

Sob o efeito da maconha

O escritor e crítico de cinema americano Lee Hill conta no livro “Sem Destino” (104 páginas, Editora Rocco) que Peter Fonda teve a idéia para o roteiro em 1967, após fumar um “baseado” e olhar a foto de “The Wild Angels” (1966), que o mostrava junto a Bruce Dern em frente a duas motocicletas. Sob o efeito da maconha, nasceu da cabeça do filho de Henry Fonda a idéia do filme, que mudaria Hollywood para sempre, sintetizando os medos e as esperanças dos anos 60. “Eu e Dern seremos os caubóis modernos”, imaginou Fonda.

Com roteiro escrito em conjunto com Dennis Hopper e Terry Southern, “Sem Destino” foi filmado em apenas sete semanas com um orçamento de US$ 365 mil, modesto até para a época. Exibido pela primeira vez em Cannes em maio de 1969, o filme foi ovacionado em pé no Festival francês. Hopper, que dirigiu a produção, levou o prêmio de melhor diretor estreante.
“Sem Destino provou que era possível fazer bons filmes com baixos orçamentos. Foi um grande filme”, relembra Renzo Querzoli, 57 anos, diretor de filmes publicitários e também do documentário “Alma Selvagem – Amor por Motocicletas” (2007). “Mas também foi muito mais que isso. O filme tratava de drogas, prostituição e outros temas que, se ainda são tabus até hoje, imagine naquele tempo”, acrescenta Renzo, motociclista e que nos anos 60 já pilotava uma pequena Gilera de 175cc.


O professor de cinema da Universidade de Chicago, cineasta e crítico de renome, Roger Eberet compartilha da opinião. Tanto que coloca “Easy Rider” na lista dos Grandes Filmes, em seu site (www.rogerebert.com). “Algum dia seria inevitável surgir um grande filme sobre motocicletas da mesma forma que os grandes filmes de Velho Oeste fizeram todos perceber que eram uma legítima manifestação artística norte americana. “Easy Rider” é esse filme”, escreveu Ebert em sua crítica publicada em 1969.

“Sem Destino” retratou os anseios de grande parte dos jovens americanos do final da década de 60. Lançado um ano depois da revolta estudantil em Paris, o filme marcava o auge da contra cultura, do Power flower hippie, às vésperas do Festival de Woodstock, realizado em agosto daquele ano. Foi um sucesso de público. Faturou mais de 60 milhões de dólares em todo o mundo. Além da indicação de Nicholson a melhor ator coadjuvante, “Sem Destino” concorreu ao Oscar de 1970 na categoria melhor roteiro original.

Livre, em cima de uma moto

“Easy Rider” não foi o primeiro filme em que as motocicletas tinham um papel importante. “The Wild One” (O Selvagem, 1953) com Marlon Brando fica com esse título. Mas além da efeméride de se tornar quarentão, o road movie de Fonda e Hopper é celebrado pois contribuiu para tornar a motocicleta um ícone de liberdade. Na época, Peter Fonda declarou que seu personagem representava aqueles que acreditam que a liberdade pode ser conquistada, que acreditam na possibilidade de ser livre em cima de uma moto ou fumando um cigarro de maconha. Quem não se lembra da cena em que Wyatt (Fonda) joga fora seu relógio antes de pegar a estrada?
“Aquelas motos não existiam por aqui. Nunca tínhamos visto motos daquele jeito”, relembra Querzoli. Tanto que no imaginário de muitos motociclistas as motos custom, chopper no estilo da moto Capitão América, são a tradução do espírito livre em duas rodas.


A própria Harley-Davidson usa o chavão em sua publicidade. Dois exemplares da famosa chopper com a bandeira dos Estados Unidos no tanque foram usados em “Easy Rider”. Uma delas foi queimada nas filmagens e a outra desapareceu misteriosamente do set. Para a felicidade dos fãs, na celebração dos 30 anos do longa foi construída uma réplica fiel com a ajuda de Peter Fonda, motociclista até hoje, e dos construtores do modelo original. Quem quiser ver ao vivo a moto mais famosa do cinema pode ir ao Harley-Davidson Museum, inaugurado em 2008 para celebrar os 105 anos da marca. Localizado em Milwaukee, Estados Unidos, o Museu traz ainda a moto de Billy (Hopper). Ou se preferir passe na locadora mais próxima, alugue o DVD e celebre: “Easy Rider” agora é quarentão.

TEXTO: Arthur Caldeira / Agência INFOMOTO
FOTOS: Harley-Davidson Motor Company e Divulgação

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Filme sobre motoboys - Classe dos motoboys ganha destaque no cinema brasileiro com o filme “Os 12 Trabalhos”.

quinta-feira, 14 de maio de 2009


Ganhador de importantes prêmios como de Melhor Filme e Melhor Diretor no Festival Internacional de Gramado, com a produção intitulada “De Passagem”, Elias buscou na nova criação humanizar a figura dos também chamados motofretistas, utilizando para isso o protagonista da história, Heracles, interpretado pelo ator Sidney Santiago.

“As pessoas adoram dizer que odeiam motoboys. Por isso, eu queria mostrá-los para além do trânsito caótico de São Paulo, ao mesmo tempo em que queria propor um retrato da cidade”, disse o diretor.

Heracles é um jovem negro da periferia paulistana. Ele não conheceu o pai; sua mãe faz faxina em “casa de família”. Nas horas vagas, ele gosta de desenhar. Uma folha em branco e um lápis são suficientes para ele dar vida a uma história um tanto surreal de três crianças que brigam entre si por causa de um disco voador. Da mesma maneira, ele encanta uma garota depois de um ligeiro desenho que lhe dá vida.

Mas Heracles não tem trabalho. E também não tem muitas perspectivas. Talvez se tivesse nascido em outra classe social poderia estudar e ainda se dedicar à pintura; mas, não é o caso. Dois meses depois de ter saído da Febem, ele procura por uma ocupação.

Jonas, seu primo, com quem tem uma forte ligação de amizade, lhe oferece ajuda. E os dois seguem para a empresa de entregas rápidas em que ele trabalha. Heracles tem, então, uma oportunidade: trabalhar como motoboy. E, em seu período de experiência é designado a realizar 12 tarefas pela cidade de São Paulo.


Nessa jornada, o jovem se depara com a burocracia, o preconceito, a grosseria e a desconfiança. A falta de malícia vai sendo substituída pouco a pouco. Afinal, quem solicita o serviço de um motoqueiro está precisando de uma entrega quase que imediata. As condições externas pouco importam para os clientes. Numa metrópole como São Paulo, documentos e materiais trafegam de um ponto a outro da cidade graças a esses prestadores de serviço.

Pela moto de Heracles circulamos, então, pela cidade. Passamos por largas e movimentadas avenidas, como a Juscelino Kubitschek, Paulista e 23 de Maio; passeamos pelo centro velho, onde está o Teatro Municipal, o Pátio do Colégio, hoje sede da Secretaria Municipal de Justiça e local em que há uma enorme concentração de motoqueiros.

Heracles começa uma vida nova. Não só pelo trabalho, mas também por passar por uma série de situações díspares e complexas ao longo de um dia. Um senhor paga sua hora de serviço para que o acompanhe a um laboratório para fazer exame, já que ele não tem família e pode passar mal. Uma mulher pede a ele que leve seu gato até a casa da filha; ela, por sua vez, o contrata para levá-la ao aeroporto.


E mesmo em meio a tanta novidade e dureza da cidade, Heracles encontra docilidade, como de uma garotinha que o ajuda a desarmar uma pequena confusão. A união entre os motoboys da cidade é outra questão que lhe é apresentada. Quando um é acidentado, por exemplo, todos os que passam pelo local se mobilizam — seja para esperar pelo socorro, seja para ir atrás do causador do acidente. Por essa razão (e também por eles andarem entre as faixas de carro e, de vez em quando, quebrarem alguns espelhos retrovisores), a classe é vista com certa antipatia pelos motoristas.

Grande parte do longa foi filmada externamente entre os meses de junho e julho de 2005. Algumas cenas foram captadas com o recurso da câmera na mão, utilizado para poder retratar o “espírito” da rua, da corrida frenética dos motoqueiros pela cidade. Da mesma maneira, a montagem foi cuidadosamente feita, de maneira a enfatizar esse ritmo acelerado.

Assista ao Trailer do filme.




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Motoqueiro Fantasma edição estendida - duplo

sábado, 21 de março de 2009

Johnny Blaze (Nicolas Cage) era apenas um motociclista dublê adolescente quando vendeu sua alma para o diabo (Peter Fonda). Anos depois, Johnny é um famoso motoqueiro radical durante o dia, mas à noite, se transforma no Motoqueiro Fantasma, o lendário personagem da Marvel Comics.

Como justiceiro do diabo, ele é encarregado de caçar almas maldosas na Terra e levá-las ao inferno. Mas quando o destino resolve lhe pregar uma peça trazendo o seu grande amor (Eva Mendes) de volta à sua vida, Johnny percebe que pode ter uma segunda chance de ser feliz - se vencer o diabo e ganhar sua alma de volta.

Para conseguir o que deseja, ele terá que derrotar Coração Negro (Wes Bentley), o rebelde e perverso filho do demônio, cujo plano de assumir o reinado de seu pai trará o inferno à Terra - a não ser que o Motoqueiro Fantasma possa impedí-lo.

Extras Disco 2: Making Of: Espírito de Vingança, Espírito de Aventura e Espírito de Execução - Animatics (sem diálogos ou legendas) - Pecado e Salvação: As Origens do Motoqueiro Fantasma: Anos 70, 80, 90 e 2000.

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Desafiando os limites - Divirta-se com uma história de velocidade e de vida incomparável

segunda-feira, 9 de março de 2009

Burt Munro é um cara querido pelos vizinhos mesmo acordando todos ao dar partida em sua moto de madrugada. Com dinheiro contado, obtido na hipoteca de sua casa, ele consegue, aos 68 anos, fazer uma viagem aos EUA, saindo da distante Nova Zelândia. Pouco antes disso tudo, descobre que tem angina. Seu objetivo é levar sua motocicleta Indian Scout 1920 a quebrar o recorde mundial de velocidade em sua categoria, para motos abaixo de 1.000 cm³ de cilindrada. Tudo isso você poderia descobrir com uma pesquisa na internet, mas é muito mais divertido fazê-lo assistindo ao filme “Desafiando os limites” (World’s Fastest Indian, 2005, dirigido por Roger Donaldson e distribuído pela Focus Filmes).

Vivendo o papel de Burt está Anthony Hopkins, excelente imitando o sotaque neozelandês e até exagerando, talvez, na simplicidade do personagem, que parece surgido do nada em direção ao Olimpo. Mas Herbert J. Munro era um piloto experiente e um profundo conhecedor de mecânica, tão completo que ele mesmo fabricava os pistões, anéis, bielas e outras peças do motor 5OR627 de sua Indian, originalmente com 600 cm³, de dois cilindros e disposição em “V” de 42º. As válvulas, uma de admissão e outra de exaustão, eram laterais. Perto de bater o recorde, o propulsor já deslocava 950 cm³ e tinha um comando de válvulas no cabeçote, com quatro válvulas por cilindro, o dobro da original.

Com um pouco mais de pesquisa descobre-se que Burt conseguiu, em suas próprias palavras, “fazer algo grande em sua vida”. Em 1967, em Bonneville, ele atinge a média de 295,44 km/h, com o pico, em uma de suas passagens de medição, de 305,89 km/h. Mas não é apenas essa extensa parte técnica que conta. O que encanta no filme é a lição de vida que o personagem dá. O modo como ele preparava seus próprios pneus, suspensão e freios era, ao mesmo tempo, o seu fator de sucesso e de possível fracasso. Sua atitude perante a vida é que fez toda a diferença.

Eu tive a oportunidade de ver todo o filme e confesso que é inspirador, como não poderia faltar o Bike Extreme recomenda!

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